Por Maria Inês Campos

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Tropeço na pedra, pedra do tropeço.

O fato: Tropecei em uma pedra que estava no meu caminho.

A causa: Falta de atenção e planejamento

A consequência: Dor no dedo do pé

O aprendizado: Ande com atenção, defina o que você quer alcançar com os seus passos, para que você quer e como você quer.

Simples, não é?

Não. Não é simples!

Você já tropeçou em uma pedra? Qual a sua primeira reação? Xingar a pedra?   

Parabéns se a resposta a essa última pergunta foi sim, isso significa que você é membro do clube de seres humanos “normais”. Ótimo!!

O único probleminha é que, se por um lado reagir xingando a pedra é normal, por outro, transferir esse tipo de reação impulsiva para acontecimentos mais complexos pode acarretar uma somatória absurda de conflitos. O que pode e deve ser feito é transferir aprendizado de situações simples para complexas.

Por exemplo: Um fato raríssimo é alguém ser pego  traindo alguém, não é verdade?

E mesmo sendo assim muito raro proponho que vejamos a situação de vários ângulos, para isso vamos criar um fato envolvendo personagens hipotéticos. Eis a estória – João traiu Maria com Ana. Maria ficou sabendo e rompe com João. João entra em desespero e quer Maria de volta.

Maria sofre por sentir-se menor, menos amada e um pouco “burra”. A culpa é do João

João sofre por se sentir injustiçado, porque ele gosta da Maria e ela não podia descobrir a traição. A culpa é de quem contou.

Ana sofre por sentir-se melhor que a Maria e sem sorte no amor. A culpa é da Maria.

Nessa análise podemos perceber um excesso de culpados, muita dor e nada de positivo.

Sabemos que a culpa é um monstro que destrói auto estima e oportunidades de progresso. A culpa imobiliza, atrai punição, além de ser uma visão míope e variável como observamos na nossa estorinha de traição.

Aprendendo com os tropeços:

O fato: A traição de João

A causa: Falta de foco no seu objetivo – ter um relacionamento afetivo com Maria. Ausência de planejamento para viver esse relacionamento de maneira prazerosa e satisfatória.

A consequência: Sofrimento de Maria, João e Ana.

O aprendizado: Defina a sua intenção, foque, coloque toda a sua atenção no que você definiu como objetivo. Analise o quanto alcançar o objetivo traçado é importante para você. Responda a si mesmo quais os valores e crenças que lhe levaram à esse objetivo.

Pense;

1- Se nossos personagens usarem o fato para aplicar o aprendizado a vida pode ficar mais alegre e produtiva?

2- Demorar-se na dor modifica os fatos?

3- Maria, João e Ana devem priorizar uma resposta aos culpados ou dar ênfase a construção de novas metas em busca do objetivo de cada um?

4- Como você se comportaria? Considere teoria como teoria, e prática como ação  tomada a partir de aprendizado.

Parece simplista essa colocação, não é?

Lembre-se que a culpa é processo paralisante e que quando culpamos o outro, a pedra do tropeço, ou debitamos a dor na conta da nossa “inocência”, estamos na verdade estacionados .

 

O coaching é uma ferramenta muito interessante e de resultados extremamente rápidos,que nos impulsiona a caminhar a passos largos, focados e com flexibilidade para saltar, retirar ou desviar as pedras do caminho. Quando você tropeçar, se quiser, eu posso estar ao seu lado para traçarmos juntos as novas metas e estratégias que lhe levaram ao seu objetivo.

eu no salto

 

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Clareza e significação de metas.

11:07 da manhã desse sábado, 11/07/2014. Procuro datar e localizar esse “agora” no tempo.

Minha cabeça ainda voltada para as lembranças do sonho dessa noite, que, pela enésima vez tinha o mar como pano de fundo. Tenho sonhado, literalmente, muito com o mar ultimamente, que eu tenho paixão por ele já é público e notório, mas acho que o sonho é uma forma de viajar e sentir o prazer que, por hora não é viável.

Bem, deixemos o EU de lado e voltando ao trabalho que é necessário e tbm muito prazeroso coloco em uma folha de papel , no meu lindo escritório/consultório, nesse sábado ensolarado, várias idéias, conceitos e descobertas que penso ser interessante para a alimentação do blog caminhos do coaching.

Gosto de escrever, talvez mais do que de falar, no ato escrever não tenho interlocutores que interrompam a minha linha de pensamento e tbm não me intimido, já que o computador, aparentemente não possui olhinhos…rsrsrs.

Sei que posso passar uma imagem de orgulho impregnando minha personalidade; ao vivo e a cores passo isso, mas na verdade tenho uma timidez camuflada de coragem e uma coragem camuflada de arrogância.

Difícil de entender? Imagino.

Rio só de imaginar alguém lendo isso. Essa é a verdade que tenho hoje, e adoro que o computador não tenha olhos… Lógico que sei que alguém que leia isso no blog ou em qualquer outro lugar tem, necessariamente, olhos e pior que isso – tem cérebro e alma.  A minha audácia é limitada, não temo me expor, temo ser julgada e todo aquele que se expõe é julgado, de uma maneira ou de outra, não é? Seja complacente comigo, ou ao menos justo, sou uma pessoa extremamente generosa, e excelente educadora e ótima coach e ……. tá bom. Já parei!

Isso não é um diário, você deve estar pensando.

Não é mesmo um diário, o meu objetivo é utilizar esse meio para refletir e convidar pessoas para refletir. É colocar a minhas descobertas, crenças e valores na roda. Nessa roda das relações  interpessoais e intrapessoais que move o mundo e que se transforma na única ferramenta capaz de construir a felicidade do indivíduo e do grupo.

Como terapeuta me encontro, frequentemente, com pessoas que não estabelecem com clareza e significado, um propósito de vida. Ou, muitas vezes, estabelecem um propósito para apenas parte de sua vida. Algumas tem propósitos para o setor emocional, outras para o setor profissional, e outras, ainda, para o setor financeiro, sem esquecer aquelas que traçam propósitos para o setor espiritual.

Como se fosse possível nos dividirmos em fragmentos!

Nesse contexto fica quase inviável ser feliz.  Via de regra tem pessoas que determinam algum objetivo em todas as partes do curioso sistema de segmentar a VIDA, só que esquecem de alinhar esses objetivos, promovendo um conflito interior e gastando muito tempo em digladiar-se entre um e outro.

Não é raro que com duas ou três sessões de Coaching, consigamos, o cliente e eu, fazer os ajustes necessários para alinhar as diversas metas ao objetivo de vida do cliente, o que não significa na maior parte das vezes em mudar as mesmas, mas somente dar-lhe uma direção  nova e focada , transformando as partes do indivíduo em um todo coerente. É extremamente prazeroso  perceber o quanto essa ação- realinhamento –  pode transformar uma pessoa, o quanto de paz e motivação são construídas, através de um olhar atento, flexível e focado do Coach( terapeuta) sobre o Choachee(cliente).

Você pode e deve, de tempos em tempo, proceder no seu realinhamento de METAS sim, porque são metas que traçamos para a profissão, para o mental, para o físico, para o espiritual… enfim,  somos pessoas que tem metas para cada parte de um todo, o OBJETIVO é para o todo. Esse processo quase sempre ocorre sem a intervenção de um terapeuta, mas com um profissional tudo flui mais fácil, não é?

Realinhar metas, nesse caso, significa exatamente, determinar qual o seu OBJETIVO de vida. Ser feliz? Deixar um legado ? Aprender a Amar? Conquistar mais conhecimento? Conquistar respeito no seu meio profissional/pessoal?  O que você quer da sua vida hoje?

A partir da definição do objetivo trace as Metas em cada faceta da sua vida, e todas sem exceção, devem focar o seu objetivo.

Dica – Não busque o sucesso  e a felicidade sem antes saber o que lhe faz sentir-se feliz e realizado. Não se deixe levar pelo padrão social. Sinta-se. Questione-se. Posicione-se e só depois trace as SUAS metas.

Viver é mais do que sobreviver.

Pense a respeito

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