Por Maria Inês Campos

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TREINAMENTO – RECONEXÃO: O CAMINHO.

A proposta do treinamento é proporcionar ao indivíduo três dias de envolvimento, reflexão, conquista do equilíbrio corpo/mente/emoção. Esse é o foco!a01

Eu, Dr.Mário Gonçalves e a  Hipnoterapeuta Silvana Brejão, preparamos um treinamento que vai fazer de seu 2015 um ANO DE SUCESSO e muitas REALIZAÇÕES, tanto na área profissional quanto pessoal!

Saiba mais sobre o nosso treinamento; estamos prontos para atender e tirar todas as dúvidas através do e-mail empresarial: cep.coachingpe@gmail.com

Ou através da page no facebook: www.facebook.com/CepCoachingEmpresarialEPessoal  e também no Instagram CEP: @mariainesdecampos

O TREINAMENTO SERÁ REALIZADO NOS DIAS 13, 14 E 15 DE MARCO DE 2015, NO HOTEL FAZENDA ROSEIRA.
ACESSE PARA VISUALIZAR O LOCAL: www.hotelfazendaroseira.com.br

Junte-se a nós, invista em você! CEP- Viver bem é o melhor negócio!

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Como decidir.

“Ser ou não ser, eis a questão.”, disse através de Hamlet, Willian Shakespeare com muita propriedade.

Ter ou não ter, fazer ou não fazer, querer ou não querer, são muitas as questões que permeiam o nosso viver.

Eu diria que viver é um engendrado sistema de escolhas, com a finalidade única de semear a dúvida e a insegurança, tumultuando o nosso pobre coração. Ah, sim!!!!! Digo CORAÇÃO, porque quase sempre escolhemos com o consentimento do coração. Talvez seja por essa razão que escolher é uma tarefa difícil normalmente.

Razão e emoção são duas irmãs briguentas, uma discorda da outra e quando chegam a algum acordo é porque a probabilidade de estarem enganadas é muito grande.

Decisão é um processo de competição interna com o nosso cérebro, e cérebro que é cérebro é razão pura, portanto, ele não aceita abrir mão de alguma coisa tornando o processo de decisão em uma tortura sutil ou monumental, dependendo da escolha ou do momento.

Decidir é mesmo uma situação difícil já que o cérebro para algumas pessoas é o mandatário das ações pessoais, mas tem uma parcela da população pensante que tem o coração maior do que o próprio cérebro e nem por isso o ato de tomar uma decisão fica menos difícil. Complexa essa questão, não é?

O uso do recurso literário de personificação nesse texto, do cérebro e do coração, tem a intenção de facilitar a compreensão de como ocorre o processo de decisão no indivíduo.

O ser humano é um universo completo, composto de espírito, alma e corpo, em uma definição simplista. Razão, emoção e instinto se confundem dentro do ser humano, refletimos muito pouco sobre o assunto e no dia-a-dia agimos como se tudo isso fosse uma só coisa, ou tudo isso fosse Vontade. Vontade de ser, de ter, de sentir.

Para efeito de compreensão talvez devêssemos, hipoteticamente, esquartejar o nosso EU e assim, segmentado, identificar os nossos processos internos,justamente para agirmos com mais coerência e entrelaçar a nossa razão, emoção e instinto de uma maneira harmônica e suave,  desfazendo nossos nós interiores.

Acho que aqui cabe um alerta: esquartejar de maneira hipotética dispensa material cortante e possíveis malas ou sacos… rsrsrs… Só pra assegurar a integridade física de quem se propor a ler esse post.

Bom , diante desses argumentos, voltemos á questão de tomada de decisão.

Já esquartejamos o nosso EU e temos agora a razão, a emoção e o instinto em caixinhas separadas , mas todas guardadas dentro do cérebro, combinado?

O segundo passo é avaliar qual o grau de interdependência entre eles.

Como que, dentro de cada um de nós, isso funciona?

Qual o peso que cada um tem na nossa composição do EU?

Como cada um desses personagens interferem na tomada de decisão?

Vamos por partes como um bom esquartejador:

1- Instinto – não vou divagar em explanações técnicas ou filosóficas porque  não é a proposta do tema, o importante é saber que no processo de tomada de decisão o instinto atua em casos graves, em situações extremas ele sozinho resolve. Tem a personalidade forte, é inerente ao reino animal, em algumas situações provoca grande confusão. Quando cutucado reage impetuosamente passando por cima da razão. Ele, o instinto tem uma intima relação com a emoção, e é ela que cutuca o instinto. Instinto e emoção andam juntos, são cúmplices, e é muito comum serem confundidos em algumas situações.

2-Emoção – moça bonita, de fino trato, sedutora, sempre bem intencionada. Essa mocinha carrega com ela as cores do arco-íris, e ao andar pelo nosso EU vai derramando suas cores. Quando encontra com a razão pede conselho sobre que cor esparramar, se encontrar com o instinto pergunta a ele sobre qual a cor mais apropriada, esquecendo-se da escolha da razão. E assim caminha meio que sem controle. Por vezes exagera e derrama muita, mas muita tinta mesmo, fazendo com que a razão esbaforida saia em seu socorro com panos, baldes e vassouras.

3- Razão – senhora de muita sabedoria, cuidadora e protetora do EU. Está em constante conflito com o instinto e a emoção. Quando não é um é outro que extrapola gerando mal estar no EU. A razão costuma levar algum tempo para expor a sua opinião por qualquer coisa que seja. Sempre que é convocada pelo EU para tomar uma decisão ela pacientemente escuta as opiniões do instinto e da emoção, por ser morosa sofre traições por parte desses dois, tendo que aturar um ou outro passar na frente e  responder ao EU. Conflito instaurado, dona razão tem o maior trabalho para reorganizar e reequilibrar o Senhor EU.

Ah! Lembra que ao esquartejar o Eu guardamos as caixinhas no cérebro?

Ufa!!!! Quase esqueci de contar para você que toda essas relações acontecem no cérebro e essas três personificações fazem um barulhão dentro dele. O cérebro é muito sem paciência e sempre que ocorre conflito ele dispara algumas substâncias avisando o corpo para tomar alguma providência.

A dúvida é o tipo de conflito que mais faz barulho no cérebro.  A emoção e a razão são difíceis de fazerem amizade, cada uma tem uma personalidade forte e é raro que concordem sobre algum assunto e isso provoca  duvida. Vai de cá, vem de lá… começa a discussão. Foi assim que nasceu o “Ser ou não ser, eis a questão”.

Pensando sobre tudo isso, algumas pessoas desenvolveram uma técnica para diminuir o conflito da dúvida e não é que dá certo?

É o seguinte:

Em questões simples recorra à razão  e diga para a emoção se comportar.

Em questões complexas negocie. Isto mesmo! NEGOCIE!!!!! A dúvida nasce quando a razão prevalece e a emoção tem que abrir mão de algo, ou quando a emoção prevalece e a razão tem que abdicar de alguma coisa. Negocie; o mais adequado, para evitar dor e sofrimento, atenda ao que diz a razão e proponha algo bem legal para trocar com a emoção, minimizando a provável perda que ela terá. Só tem um segredo para que esta técnica tenha sucesso, antes de negociar, deixe as duas de castigo. Apague por algum tempo a situação que gerou a dúvida, se afaste da polêmica, dê um tempo… E só depois faça a sua proposta. É tiro e queda!

Parece brincadeira?

Até parece, pela maneira com que foi escrita, mas atrás da leveza do texto tem um fundamento neurológico.

Tente, você vai se surpreender com os resultados. Deixe o seu comentário ou faça a sua consulta por email, vou ter muito prazer em lhe atender ( é sem custos… rsrsrs)

email: mariainesdecampos@hotmail.com

Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.

Persistência.

Se existe uma coisa que mãe tem é essa tal de persistência e hoje, dia das mães, nada melhor para refletir e carregar como linha mestra para essa semana o velho e bom ditado popular:

“Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.”

A história da humanidade está repleta de exemplos de perseverança e determinação, pessoas que perseguiram um ideal até as últimas consequências e fizeram da persistência o seu caminho para o sucesso e reconhecimento. Venceram barreiras tidas por intransponíveis e não desistiram nem diante do mais terrível algoz que é o desacreditar de si mesmo.

Gastaríamos horas explanando sobre Soichiro Honda, por exemplo, um rapaz sonhador que fez do seu sonho um ideal de vida a ser conquistado e nem mesmo a Segunda  Grande Guerra foi obstáculo para a sua persistência. Encontrou inúmeros nãos no seu caminho e nenhum o convenceu. Honda fez da flexibilidade a sua maior arma, e o mais importante: – Usou todos os obstáculos que encontrou para recriar caminhos. Furtou-se da inglória tarefa de lamentar-se.

Ficamos, por vezes, buscando sustentação para aprendizados óbvios. Pesquisamos biografias de pessoas famosas e distantes do nosso dia-a-dia para citar como exemplos de sucesso e realização. Tudo muito louvável, mas cabe aqui uma colocação: Será que de maneira inconsciente não buscamos exemplos distantes por querer justificar a nossa “preguiça” em colocá-los em prática?

Quem pode dar um exemplo de persistência tão bom quanto o de algumas mães que teimam em criar seus filhos apesar de tantas dificuldades?

Quem é mais persistente que uma mãe quando se determina a transformar, moldar, educar um ser humano, fazendo dele um ser íntegro e de caráter?

Quem melhor que uma mãe, esconde sua dor, suas lágrimas para fazer de sua cria um indivíduo mais doce e mais feliz?

Algumas mães fraquejam, outras vencem e outras ainda são vencidas, o que as faz diferentes é uma exclusiva capacidade de acreditar no seu filho, de vislumbrar uma luz em todo e qualquer túnel construído pela imperfeição do ser humano, e sempre achar uma saída ou uma justificativa para as deficiências de sua prole. Sou mãe, pertenço a uma classe que quando se percebeu grávida acreditou piamente que o mundo receberia, assim que parisse, um ser único, lindo, sábio, abençoado – seu filho! Essa classe de mães que infestam o planeta e que dão grandes exemplos de persistência e determinação.

A grande diferença entre essas mães e o Soichiro Honda é o foco; Soichiro focou em construir algo que trouxesse lucro e as mães focam em distribuir renda.. rsrsrs…. Bem, digamos que seja quase isso…..

Na verdade a diferença está em direcionar essa capacidade de querer que temos em algo e não desistir nunca, usar de flexibilidade quando necessário, redirecionar  fazendo adequações momentâneas de acordo com as circunstâncias, mobilizar recursos e acima de tudo acreditar sempre, impedindo que a lamentação corroa o seu querer.

Não se lamente, busque soluções, ache saídas, não perca tempo e oportunidade. Quando a lamentação, a peninha de si mesmo vira rotina acabamos por acreditar que é impossível e aí nos perdemos da persistência, sobrando o fracasso como companheiro. É isso que você quer?

Não. Claro que não!

Então faça do seu sonho profissional, sonho de consumo, sonho afetivo, sonho de sucesso ou de qualquer sonho que puder sonhar um filho e sendo assim foque sobre ele, p-e-r-s-i-s-t a , incansavelmente, sem uma única queixa, acredite que você pode e comece a sorrir agora porque 80% do caminho já estará percorrido.

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