Por Maria Inês Campos

reconexão 1Pois é, chega de sonhar, pensar positivo, chega de dizer “SERÁ”.

Nada será, agora o “É” toma conta dos fatos, o É toma corpo, puxa a alma do infinito e faz do som Universal a sua voz.

 

Agora chega de frases feitas, filosofias frágeis, elaboradas a partir de trechos pinçado aqui e ali.  Vamos parar de clichês repetidos insensatamente para nos eximir da total responsabilidade de transformar nossa sobrevivência em VIDA.

Objetivamente o NÓS é um ajuntamento de EUs e essa estória de desejar paz e felicidade a todos e até,  magnanimamente, desejarmos um mundo melhor, só assume o papel de ser verdade quando o EU decide ser pacificador, decide ser feliz, decide ser melhor.

Muito provavelmente o grande segredo da vida seja compartilhar, antes mesmo de desejar.

Por exemplo: Desejo sinceramente que a felicidade seja constante na vida de meus amigos, mas o fato de eu desejar não garante que eles serão felizes ou infelizes, não é?

Agora, se eu colocar o foco no “compartilhar”, ou seja, eu vou ser feliz para ter o que compartilhar com as pessoas à minha volta, isso sim, garante algum momentos de felicidade ao outro, percebe? Ótimo!

Você decide o que e como quer viver. A vida é sua. O contexto a sua volta é você que cria. Há quem diga que o destino, o carma, a vontade do Pai, a responsabilidade com o outro são fatores que determinam a nossa estória, fazendo desses argumentos um “atalhos” para desviar do ônus de ser co-criador da própria existência. Eu concordo com todos esses argumentos, só não compactuo com a omissão, com a confortável condição de sobreviver em detrimento de viver . Sou fagulha divina, independente dessa ou daquela crença, sou parte desse Universo e parte atuante, criadora; descobri isso ao longo de experiências banais, simples e rotineiras que consumiram longos anos  e algumas lágrimas…explosão t Deixamos  de sobreviver  e passamos a viver quando entendemos cada movimento, cada fala e cada emoção que emitimos  ou criamos. Precisamos ler o nosso “manual de instruções” com os olhos da coragem e da condescendência, respeitar a pontuação feita pela emoção e, principalmente, decodificar culpas e medos escondidos em linguagem metafórica onde o Eu se camufla.

Enfim, eu decidi ser feliz, estou criando fatores motivadores, bom humor, paz e alegria para compartilhar. Decreto que 2015 é o melhor ano da minha vida e da vida das pessoas com quem convivo. E você, o que decide?

Caso precise de ajuda para ler o “manual de instruções” entre em contato, estarei aqui com meus “pacotinhos” de alegria, paz, bom humor e, principalmente, compreensão para compartilhar com você!

Maria Inês Campos

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