Por Maria Inês Campos

Amigo leitor, sobre esse tema, eu sugiro que leia atentamente o texto transcrito do livro “A Imensidão dos Sentidos” de Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed com atenção e desprovido de qualquer pré-conceito.

“O maior desatino dos “controladores” é que para dominar precisam, antes de tudo, viver distanciados de seus próprios sentimentos, que, acreditam, poderiam deixá-los vulneráveis diante dos outros. Não se arriscam a mostrar como se sentem realmente. Em outras palavras, por medo de serem usados, maltratados ou desmascarados, escondem seus sentimentos mais profundos para assegurarem-se de que não existe possibilidade de qualquer pessoa ter poder sobre eles. Têm uma enorme necessidade de ordenar e passam anos a fio dizendo a si mesmos que a maneira certa de agir é ter as rédeas de tudo em suas mãos.

Os “controladores” fazem o trabalho em segredo, usando técnicas de comando indiretas, passivas. Agem de maneira tão sutil, dócil e educada, que não são identificados como tais. Podem ter consciência ou não do hábito de controlar, mas uma coisa é certa: esse comportamento faz-lhes muito mal, pelo desgaste energético em que vivem – impacientes, incapazes de relaxar e ficar sem fazer nada.”

Páginas 161/162

Leram?

Um texto forte eu diria, forte, mas carregado de lucidez.

É necessário ter coragem e discernimento ante uma verdade como esta, é preciso colocar um espelho em um quarto, fechar as portas e janelas para refletir se essa verdade cabe ou coube em algum momento da nossa viagem pela vida, espetacular e totalmente descontrolada por nossas crenças! E cá pra nós, graças a Deus, né? Já pensou se o Universo fosse regido por nossa pobreza espiritual?

A grande sacada diante de uma colocação como esta é nos dar o direito de nos livrar das ilusões acumuladas pelo tempo e olhar livremente, sem dogmas, sem medos, sem apego e com uma boa dose de ousadia e avaliarmos em quais situações nos comportamos como controladores.

A fada madrinha da Cinderela consegue transformar, por poucas horas, uma abóbora em carruagem, mas, é só ela. O máximo que podemos conseguir é transformar nossas ilusões de poder, comando, posse –  em pedrinhas que dificultam a nossa paz, tranforma-las em carruagem é coisa de fada. Você tem uma de plantão?

Caso você não tenha uma madrinha fada e a sua madrinha seja apenas uma pessoa querida, aconselho a usar outro recurso para transformar a ilusão de poder em uma carruagem belíssima ou, no mínimo, em uma abóbora muito simpática.

Detectando em nós mesmos se possuímos ou não o comportamento controlador daremos o primeiro passo para transformar a abóbora, nossas ações, em carruagem, ações que resultam em realização pessoal.  Podemos pensar se o desgaste energético, de controlar, é indispensável, se os resultados que estamos obtendo é bom o suficiente para justificar esse comportamento e se estamos felizes ou em paz diante desse padrão comportamental. (pouco provável….. )

Vença os seus medos, afinal a sua vida é resultado do que você pensa, acredita, sonha…..

Quer ser feliz?

Então OUSE. Vibre. Busque. Liberte-se de valores e crenças que lhe foram impostas na infância, construa os seus próprios valores, crie o seu caminho, refaça o trajeto se for necessário.

Talvez seja sensato participar da experiência de viver, achar o nosso eixo, o equilíbrio entre o que sabemos e o que ainda iremos aprender, buscar conviver com as pessoas sem manipulá-las, jogar as nossas ações para o Universo e aguardar as reações provocadas com a segurança de ter feito o melhor possível.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Nuvem de tags

%d blogueiros gostam disto: