Por Maria Inês Campos

Conheça a Coach

Fonte: Conheça a Coach

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CAMINHOS DO COACHING

Pensando em escrever para publicar no blog caminhei mentalmente por vários temas.

equilíbrioCom calma e buscando algo que realmente fizesse a diferença, repasso pela memórias dos atendimentos que tenho feito como Coach e percebo que a maior parte de meus clientes tem consciência que precisam de equilíbrio.

A busca por esse tão “famigerado” equilíbrio é a grande motivação que faz uma pessoa ir ao encontro de terapias. E, modéstia à parte…. bem à parte….rsrsrsrsrs……. os meus clientes saem bem satisfeitos com o modo com que conduzo suas ideias para exercitar o equilíbrio.

Exercitar  – essa é a palavra. Tudo na vida é uma questão de treinar, exercitar, isso inclui o equilíbrio, a paz, a felicidade, e até o sucesso, sabia?

Se você, lendo esse post, está achando que vai encontrar uma receita para se equilibrar, está MUITO CERTO!!!! E vai ser a melhor receita!

Quando buscamos ajuda para as nossas…

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Quando observamos com uma honesta atenção plena, constatamos que a raiva ainda pode emergir em nós, mas isso não implica necessariamente em identificar nosso pensamento, palavras e ações com ela. Ou seja, o veneno existe mas não precisamos beber dele.

Gustavo Mokusen.

A Luz do Dia

Às vezes sentimos raiva em nossas vidas. É uma experiência psicológica que faz parte do nosso espectro emocional enquanto humanos. Pode ser raiva de uma pessoa, de uma situação, de nós mesmos ou simplesmente raiva inconsciente que desponta e aparece sem motivo nenhum aparente. Geralmente a experiência da raiva, quando atinge níveis de descontrole e não recebe atenção devida, culmina com uma explosão ou com algum tipo de descarga energética no nosso aparato mental, emocional e físico, ou pode até mesmo afetar diretamente outras pessoas, o que certamente pode provocar danos e complicações indesejáveis.

De qualquer forma, independente da sua origem, a raiva pode ser entendida como uma espécie de inflamação do nosso sistema emocional. Assim como alguma parte do nosso corpo físico pode ficar inflamada, especialmente após alguma intervenção cirúrgica ou alguma mudança de hábitos, assim também uma inflamação emocional pode aparecer após ou durante algum processo de mudança…

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GardnerFonte: Gardner e as Inteligências Pessoais – Parte 1

Fonte: COMUNICAÇÃO NO CENÁRIO EMPRESARIAL.

alquimia das emoções

Consciência – Breve Ensaio
Parte II

Quase sempre a vida caminha para que possamos alcançar mais um degrau da consciência do que somos; porque somos e como somos.
Enfim: o autoconhecimento.
Sempre que me percebo diante de uma grande conquista nesse sentido sou desafiada a ir um pouco mais longe. Essa é a grande motivação de viver: buscar mais e mais, ir além dos próprios limites e ser feliz durante essa busca incessante.
Você pensou que falo da busca da paz e a felicidade??
Imagine!!!!

A paz e a felicidade é para agora, já. A busca é de valores, não de felicidade.

Se pautarmos a busca na nossa culpa e medos, com certeza, não chegaremos a lugar nenhum! Para buscar temos que estar felizes!
Buscar é, antes de tudo, sair do lugar, sair da zona de conforto, aventurar-se no desconhecido, caso contrário, para que serviria? Para sair do lugar é preciso um espaço na dor, no desânimo, na tristeza. E como achar esse espaço?
Parece impossível.
Não tem nada mais irritante do que ouvir:
– “Vai passar” “Vamos! Ânimo!” “Você precisa lutar para sair desse estado de tristeza”
Ouvimos essa frases convencionais que só nos levam a achar que quem a profere é, no mínimo, um insensível. (pode ser também um idiota, um chato….)
Não é simples erguer a cabeça e achar folego para continuar.
Mas é possível, sabia?
Pense que a emoção ruim que você está sentindo (culpa, medo, tristeza, ansiedade) vai continuar aí com você, portanto, olhe bem pra ela e perceba que a única possibilidade real de se livrar disso é “sair da paralisia viciante”.
Certo dia eu estava com um problema chatíssimo, que muito me entristecia. Passava os dias de arrasto, sem identificar uma única solução possível.
Nessa época eu era diretora de escola e tinha uma professora que sabia do meu problema. No intervalo do período noturno caminhávamos juntas ao redor da escola.
Todo dia era a mesma ladainha, eu atualizava a Ana, professora amiga, sobre as minúcias do acontecimento e perdia-me em lamentações.

Um dia, no auge da autoflagelação, eu disse a Ana que não iria aguentar, iria acabar morrendo de tanta tristeza – sempre fui muito dramática, convenhamos. Ana, a paciente amiga, parou de caminhar, respirou fundo, olhou bem para mim e disse:
– Então morra, mas morra de pé.
Naquele momento iniciei a minha melhor caminhada sobre autoconhecimento. Percebi em mim, a vitimização.
Vitimização: 1. Ação ou resultado de vitimizar(-se): Tinha sempre necessidade psicológica de vitimização.
2. Transformação em vítima; postura de vítima.

Saí da paralisia viciante!

Desenvolvia, eu, esse processo como forma de “esconder” a minha culpa; a minha responsabilidade comigo e com tudo o que acontece ao meu redor.
Sendo vítima dessa ou daquela situação, desse ou daquele indivíduo, eu poderia transferir a responsabilidade, e mais do que isso, a iniciativa de uma tomada de decisão que sanasse o problema!
Auto sabotagem pura!!!

Saia da paralisia do medo, da culpa, ela lhe transforma em vítima.

Ela lhe transforma em um pessoa dependente de outras e de circunstâncias.

Você é o seu Grande Criador!

Só existe uma única pessoa que pode e deve fazer você feliz. É você mesmo!

Motivação, busca, aventura, combinam com culpa e medo???
Pois é!

Exatamente isso; crescimento e descobertas exigem de nós um “muito” de felicidade. Parece incoerente, não é?
Você já parou para refletir sobre seus medos? Já percebeu que o medo traz, escondido ou camuflado, processos de culpa?
Medo, em geral, nasce da culpa.
Vamos, juntos, refletir sobre processos de culpa que podem estar no inconsciente de cada um?
Conquiste o seu mais alto grau de consciência dia a dia, mergulhe nas suas verdades mais escondidas, sem medos e ria muito, mas muito, de si mesmo.
Falaremos sobre culpa e medo: seus processos e armadilhas na próxima postagem.

Porque os jovens profissionais da geração Y estão infelizes.

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